Olá caros leitores
Hoje trataremos de um assunto ainda não comum dentro do campo de atuação em Ergonomia e Saúde Ocupacional: a Ergonomia na Pequena Empresa.
Fazemos questão de iniciar este artigo ressaltando que o pequeno empresário brasileiro é um vencedor na concepção da palavra. Na teoria, é impossível sustentar uma empresa de pequeno porte no Brasil, quando não existe um mínimo de apoio governamental e quando temos que trabalhar metade do ano para pagar impostos que não repersentam nenhum retorno em benefícios ou programas de incentivo.
O cenário empresarial nacional e internacional é cada vez mais competitivo, a economia segue a lei do mais forte e cabe ao pequeno empreendedor criar mecanismos e formas gerenciais diversificadas para se manter vivo neste contexto e a ergonomia pode se apresentar como ferramenta a ser utilizada como investimento dentro da empresa.
Traremos um case aqui resumido de uma pequena empresa em que prestamos consultoria a três anos, com ergonomia e qualidade de vida no trabalho (o trabalho apresenta dados ainda resumidos pois o trabalho está sendo formatado como artigo para um periódico na área).
A empresa em questão, responsável pelo recondicionamento de induzidos para motores de partida conta em seu quadro funcional com aproximadamente 30 colaboradores, em turno único de trabalho, de segunda a sexta-feira. O trabalho iniciou-se em meados de 2005 devido a uma parceria associação de recondicionadores, empresas e consultoria, com intuito de melhorar as condições de trabalho com um programa de pequenas ações em ergonomia e qualidade de vida no trabalho.
Confira o artigo completo em: http://www.topergonomia.com.br/2008/08/25/ergonomia-na-pequena-empresa/
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